quinta-feira, 2 de junho de 2016

Projeto Olimpíada Rio 2016_ MASCOTES OLIMPÍCOS




Público escolhe os nomes Vinicius e Tom para os mascotes dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016
Com44 % dos votos válidos, os nomes homenageiam Vinicius de Moraes e Tom Jobim, dois grandes ícones da música brasileira


       Acabou a espera! Vinicius e Tom foram os nomes escolhidos pelo público para batizar os mascotes dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, respectivamente. Após três semanas de votação popular e 323.327 votos, 44% do público escolheram homenagear os músicos e parceiros Vinicius de Moraes e Tom Jobim. Os outros dois pares de nomes que estavam em votação eram "Oba e Eba" e "Tiba Tuque e Esquindim".


    Vinicius e Tom foram expoentes da Bossa Nova, movimento que fez todo mundo conhecer e cantar as belezas do Rio, e são autores de "Garota de Ipanema", uma das canções mais tocadas do mundo. Uma dupla bem afinada, como os mascotes: “Vinicius e Tom são nomes já reconhecidos pelo mundo como sinônimo de excelência, bem de acordo com a marca que queremos deixar com os Jogos Rio 2016. Além de representar a fauna e flora brasileiras, nossos mascotes agora também se conectam com o melhor da nossa música. Temos certeza de que eles serão uma inspiração para as crianças”, diz Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Organizador Rio 2016.
 Inspirados na fauna e flora brasileira, os mascotes Rio 2016 nasceram da explosão de alegria dos brasileiros quando o Rio de Janeiro foi eleito cidade-sede dos Jogos. Criaturas mágicas com superpoderes, eles são verdadeiros embaixadores dos Jogos, principalmente junto ao público infanto-juvenil.
 “A escolha dos nomes Vinicius e Tom emprega ainda mais brasilidade aos nossos mascotes, que são embaixadores dos Jogos. Eles têm o papel de disseminar as mensagens do evento e os valores dos movimentos Olímpico e Paralímpico aos diversos públicos, especialmente o infanto-juvenil.”, comemora Beth Lula, diretora de Marca do Comitê Rio 2016.


Com a escolha dos nomes, eles ganharam até uma carteira de identidade:



Vinicius, o mascote Olímpico, representa a diversidade dos animais do país – conta com a agilidade dos felinos, o gingado dos macacos e a leveza dos pássaros. Tem o olfato apurado, capaz de farejar aventuras, e uma audição que ajuda a encontra as torcidas mais animadas. Além disso, estica seus braços e pernas como quiser - pode estar com a cabeça no Pão de açúcar, com os pés no Maracanã e as mãos no Corcovado - tudo ao mesmo tempo!




Já Tom, o mascote Paralímpico, é uma inédita mistura da flora brasileira - está sempre crescendo e superando obstáculos. Quando está diante de um problema, digamos, “cabeludo”, é capaz de tirar qualquer coisa de dentro da cabeleira para achar a solução - uma bola, uma bicicleta ou até um polvo para trocar várias lâmpadas ao mesmo tempo! Como embaixador dos Jogos Paralímpicos, vai ensinar as pessoas a buscarem dentro de si o que têm de melhor.


http://www.rio2016.com/noticias/publico-escolhe-os-nomes-vinicius-e-tom-para-os-mascotes-dos-jogos-olimpicos-e-paralimpicos

1-      Quais eram as opções de nome para os mascotes Olímpicos?


2-       Quais foram os nomes escolhidos e quem eram as pessoas que eles homenageiam?


3-      Qual o papel os mascotes desempenham?


4-      O que os mascotes representam?


5-      O que o especificamente o Vinicius representa? 

      
8-       O que o especificamente o Tom representa? 


9-      Quais são as características do mascote Vinicius?


10-  Quais são as características do mascote  Tom?

11-  Coloque (V) para Vinícius  e ( T ) para Tom:

a.       (      ) Embaixador dos Jogos Paralímpico.
b.      (      ) Embaixador dos Jogos Olímpico. 
c.       (      ) Tem o poder de esticar os braços e pernas como quiser.
d.      (      ) Tem o poder de tirar qualquer coisa da cabeleira para achar a solução para um problema.


12-  Assim como Tom e Vinícius, você também terá uma identidade Olímpica. Preencha com letra de forma seus dados e cole sua foto na identidade abaixo.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Projeto Olimpíada 2016- "SAI PARAOLÍMPICO, ENTRA PARALÍMPICO"


Nome:__________________________________ Ano:_____  Data___________

Sai paraolímpico, entra paralímpico 
 
  Por: Sérgio Rodrigues   14/08/2012   

Muita gente só se deu conta da novidade quando, a certa altura da cerimônia de encerramento dos Jogos de Londres, domingo, foi anunciada a realização dos Jogos Paralímpicos de 2016 no Rio de Janeiro.
Espera aí: “paralímpicos”?! Os jogos não deveriam ser “paraolímpicos”, como sempre foram?
Não se tratava de erro de digitação. Em novembro do ano passado, quando foi divulgada a logomarca do evento, o Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), assim chamado desde sua fundação, em 1995, aproveitou para anunciar que estava trocando de nome “para se alinhar mundialmente aos demais países”. Para tanto, deixava um o pelo caminho, tornando-se oficialmente o Comitê Paralímpico Brasileiro. Na mesma data, estipulava um prazo de 18 meses – que vence em maio do ano que vem – para que as entidades a ele filiadas se atualizem ortograficamente.
Na prática, isso significa que a palavra “paraolímpico” tem seus dias contados. Normalmente não é tão grande o poder de entidades reguladoras sobre a língua que as pessoas de fato falam. Neste caso, porém, trata-se de um campo ainda em processo de organização e que depende pesadamente da esfera oficial. Isso me leva a prever que a velha grafia “paraolímpico” não terá a menor chance, embora a forma “paralímpico” ainda nem apareça em nossos dicionários ou no Vocabulário Ortográfico da Academia Brasileira de Letras.
Estamos diante de uma vitória da globalização sobre o espírito de nossa língua. Isso é bom? Ruim? Tanto faz? Depende do aspecto que se decida enfatizar. Antes que a nova grafia se torne tão natural que a história da palavra vire uma curiosidade de museu, convém recapitular sumariamente sua trajetória.
A palavra paraolímpico foi formada a partir da junção do prefixo de origem grega para (de paraplegia) com o adjetivo olímpico. Se hoje não interessa ao movimento paraolímpico enfatizar a relação com a paraplegia que está na origem do termo, mesmo porque abarca muitos outros tipos de deficiência, cabe à etimologia registrar isso.
Desde 1960, quando 400 atletas disputaram em Roma os primeiros – e oficiosos – Jogos Paraolímpicos, o campo paradesportivo caminhou do amadorismo abnegado para o profissionalismo. Compreensivelmente, hoje o site do Comitê Paralímpico Internacional – fundado em 1989, um ano após os Jogos Olímpicos de Seul empregarem oficialmente a palavra pela primeira vez – prefere explorar a riqueza semântica de ‘para’, que segundo o Houaiss pode indicar, além de defeito, proximidade e semelhança:
A palavra ‘paralímpico’ deriva da preposição grega ‘para’ (ao lado) e da palavra olímpico. Significa que os Jogos Paralímpicos se realizam paralelamente aos Olímpicos e ilustra o modo como os dois movimentos existem lado a lado.
O comitê internacional é “paralímpico” desde sempre. O português, fundado em setembro de 2008, também já nasceu com essa grafia, contrariando o parecer encomendado na época pelo Instituto do Desporto à linguista Margarita Correia. “Será mais consentâneo com a estrutura da língua portuguesa (…) que o termo em causa mantenha a vogal inicial ‘o’ da palavra ‘olímpico’”, opinou ela, adotando uma posição que me parece linguisticamente irrefutável. A palavra que deveria permanecer íntegra é “olímpico”: se fosse o caso de contração, que se criasse “parolímpico”. Paralímpico soa simplesmente errado em nosso idioma.
Claro que agora é tarde. O Brasil resistiu por muitos anos, mas, sem o apoio de Portugal, ficou difícil conter a onda internacional. Vamos de paralímpico, paciência. Mas que é esquisito, é.


1-      O texto foi retirado de onde?
                                                                                                        

2-      Quem é o autor do texto?


3-      Qual é o assunto do texto?


4-       O texto pertence a que gênero?

a.       (    ) conto      b. (     ) crônica    c. (     ) notícia    d. (     ) fábula


5-      Quando foi fundado o Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB)?


6-       Por que em novembro de 2011, o Comitê Paraolímpico Brasileiro, anunciou a mudança do nome paraolímpico para paralímpico?



7-      Por que o Comitê Paralímpico Internacional preferiu usar oficialmente  paralímpico?                         



8-      A palavra paralímpico deriva de quê?



9-      Qual a explicação dada pela linguística Margarita Correia para considerar um erro a grafia paralímpico?



10-   A grafia “paralímpico” é aceita pela Academia Brasileira de Letras?



11-  Segundo o autor do texto por que será difícil para o Brasil resistir a grafia internacional “Paralímpico”?



12-  Procure no dicionário o sinônimo de:

a.       Abnegar –
b.      Abnegação -
c.       Consentâneo -
d.      Refutação –
e.       Irrefutável -